sábado, 13 de julho de 2013

Uma prova de amor - My Sisters Keeper


Uma prova de amor - My Sister's Keeper
EUA , 2009 - 109
Drama
Direção: Nick Cassavetes
Elenco: Sofia Vassilieva, Abigail Breslin, Cameron Diaz, Jason Patric, Evan Ellingson, Alec Baldwin, Joan Cusack, Heather Wahlquist

Quem me conhece sabe que fujo léguas de filmes/livros que tenham enredo dramático, triste, lacrimoso.
Eventualmente, sou abduzida a esses universos e só Deus sabe como saio de lá.
Numa sexta qualquer, nerdiando pelos 898 canais disponíveis, percebi o início de 'Uma prova de amor'.
Minha irmã (grande fã de gêneros a lá Nicholas Sparks) já havia mencionado o filme e revelado inclusive a sinopse.
Mesmo sendo admiradora do gênero, ela mesma teve receio de ver e protelou assistir.
Eu também já sabia que era uma adaptação do livro de Jodi Picoult, nunca li nada dessa autora, mas sei que seu trabalho é intenso, bem articulado e sempre polêmico. Ela é frequentemente envolvida com temas tensos.
Já na primeira cena, o filme me capturou.
Ele começa com Anna (Abigail Breslin) contando a história de sua concepção.
Muitas  crianças são fruto de noitadas alcoólicas, ou de planejamento familiar, ou de camisinhas estouradas, ou de descuido simples, mas não Anna.
Anna tem uma irmã, Kate, que aos seis anos foi diagnosticada com leucemia.
Os pais desesperados e cientes das pequenas chances de salvar a filha, aceitam a sugestão médica de gerar um filho que fosse geneticamente compatível, assim Anna veio ao mundo.
Kate tem 15 anos e já se submeteu a todo tipo de procedimento médico.
Sua mãe parou de trabalhar para cuidar dela, o casamento de seus pais mudou, seu irmão foi negligenciado e sua irmãzinha desde o nascimento é submetida a procedimentos muitas vezes dolorosos como doadora.
A reviravolta ocorre quando Anna vende seu camafeu de ouro para levantar dinheiro e contrata um advogado com o objetivo que assegurar na justiça a autonomia por seu corpo, ela não quer mais ser doadora da irmã.
Utilizando recursos de flashback entendemos que o amor entre as irmãs é verdadeiro, que Kate, apesar da tenra idade, viveu plenamente, chegando a experienciar o amor, mas uma vida de dor é muitas vezes desgastante.
Enquanto percebe seu fim aproximando, Kate escreve cartas aos irmãos, ao pai e a lutadora mãe que não desiste de salvá-la até as últimas consequências.
Um filme tocante, que marca profundamente seu expectador.
Chorei da primeira a última cena.
Lindo e vale a pena assistir, apesar de triste, deixa uma mensagem de amor, paz e coragem.
Pelo que entendi em resenhas da internet, há fortes diferenças entre o livro e o filme, não que isso seja novidade, mas mudanças significativas, inclusive do final.
Enfim... assistam, leiam e depois venham me contar suas impressões.

6 comentários:

Karine Braschi disse...

Não consigo assistir esse filme completo, choro muito. É lindíssimo! Eu não fazia ideia de que era adaptado de um livro.

Um beijo, Karine Braschi.
Geek de Batom. (@geekdebatom)

Cibele Ramos disse...

Também só vi o filme e, pelo que soube, o final do livro é mais real e menos "feliz". Não sei se vou ler algum dia, mas...

Mari disse...

Já assisti 2 vezes esse filme e chorei muito nas duas vezes, e agora lendo a resenha já deu vontade de chorar novamente! Lindo e triste.

Bruna B. disse...

Eu também fui uma dessas que enrolou pra ver o filme por saber a sinopse/ser drama.

O sofrimento alheio sempre nos comove de alguma maneira, mas confesso que câncer é um dos que mais mexe comigo.

Só digo que eu estava assistindo com muitas pessoas na sala e tive que segurar pra não soluçar na frente do pessoal. haha

Belo filme, mas não sei se encararia o livro.

Beijo!

naughty.pixxie disse...

Sempre que assisto, choro, e isso não é muito comum pra mim.. =|

Ana Carolina Vivan disse...

Chorei litros com esse filme!

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