quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Confissões de um turista profissional - Kiko Nogueira

Confissões de um turista profissional 
Editora: Novo Conceito
Autor: KIKO NOGUEIRA
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 94

Trabalhei durante 6 anos e meio na editora Abril e como parte da minhas funções tinha que ler as 44 revistas que eram vendidas em assinaturas todos os meses.
Uma das que mais me causava prazer era a "Viagem e Turismo".
Amo viajar, conhecer novas culturas e histórias.
Ainda bem que tenho esse amor, pois morei em 6 cidades e 5 estado da federação.
Quando soube desse lançamento fiquei super curiosa, até porque já conhecia o trabalho de Kiko Nogueira da Abril (ele foi diretor da revista Viagem e Turismo).
O livro é uma coletânea de artigos sobre o que pode ser uma furada e o que não pode deixar de se fazer em uma viagem.
Não se propõe a ser um guia, nem em orientar seu itinerário, simplesmente pretende trazer algumas impressões da experiência de Kiko.
Para quem já viajou muito váárias passagens fazem todo sentido, como a de economizar e exigir qualidade de primeira ou o conceito de turismo na favela.
Amei a descrição do turista paulista, que trata o restante do Brasil da mesma forma que os americanos tratam o restante do mundo. Nós de Floripa bem sabemos que é uma verdade! haha
Os trechos da Monalisa e de Orlando são impagáveis!
Sendo dois marcos no imaginário do turismo mundial, cria-se muita expectativa sobre a visitação e a decepção pode ser recorrente.
Todos meus amigos que foram a França concordam com a opinião de Kiko, Monalisa é um desgaste desnecessário na viagem.
Além do tumulto para vê-la de perto, tem o fator simplório de que o quadro é pequeno devido a grande quantidade de furtos que sofreu - cada um que roubou foi cortando a tela até que ela ficou no tamanho atual - e o fato que ela é uma mulher que não corresponde a beleza atual e seu sorriso enigmático só é apreendido por poucos, isto é, até você pensar em alguma coisa, seu tempo diante a dela já se esgotou.
Já sobre Orlando, sempre tive a impressão de artificialidade.
Não que isso me impeça de conhecer, nãooooo, a experiência de Kiko é uma reflexão.
Vários de seus comentários sarcásticos, só me deram mais interesse pelos locais.
Como a formação e o exercício de Kiko na escrita  favorecem, a narrativa é leve divertida e rápida.
Li no ônibus, indo para o trabalho.
Kiko tem plena propriedade do assunto, viajou bastante.

3 comentários:

Joicy Santos disse...

Conhecer lugares novos parece sempre muito divertido,eu amo viajar;é muito inspirador!
joicy-santos.blogspot.com

Bruna B. disse...

Vou pra Orlando em janeiro, to precisando ler esse livro, haha.

Babi Lorentz disse...

Também foi um livro muito agradável pra mim, Dê.
Morri de rir com algumas passagens.
Beijão

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