domingo, 19 de junho de 2011

O bom partido - The playboy - Carly Phillips

O bom partido - The playboy
Editora:
Planeta do Brasil
Autor: CARLY PHILLIPS
ISBN: 9788576654988
Ano: 2010
Edição: 1
Número de páginas: 288



Sou uma cara de pau!
Tenho que admitir e confessar meu crime de "zoiuda master".
Vocês acreditam que apesar das duas torres da sala e da minha torre de Pisa do quarto, eu (EUZINHA) fui caruda e peguei três livros emprestados com a Julianna??
Sim, eu tinha uma cirurgia agendada para sexta-feira passada e ficaria 4 dias de molho, mas isso justifica??? Não, né?
Enfim, como resenhei semana passada "O solteirão", mesmo sem ter gostado muito, achei interessante ler a história do irmão do meio Rick.
Jú me disse que esse era melhor, então... estamos aqui e "senta que lá vem a história..."
Riona teve três filhos lindos, charmosos e cobiçados. 
A história do caçula foi resenhada em O solteirão.
Nesse volume, conheceremos a história do irmão do meio Rick, servidor da força policial de Yorkshire Falls.
Rick está estressado.
Sua mãe continua com uma forte campanha de casar todos os filhos e parece que todas as mulheres solteiras da cidade estão empenhadas em atender ao capricho de Riona.
Com isso, ele não para de receber chamadas de socorro falsas, onde quem está em perigo é ele próprio, tamanho o assédio.
No passado de Rick, ele achou ter encontrado o amor quando casou-se com a amiga grávida Jillian, mas acabou tendo que assumir as consequências desse erro.
Jillian foi embora com o pai da criança e o deixou de coração partido.
Desde então, ergueu defesas para evitar a desilusão novamente.
Rick estava no final do seu plantão, quando foi pedido que atendesse a um chamado de uma mulher que estava na beira da estrada com o carro quebrado, mesmo desconfiando de mais uma pretendente, ele seguiu a sua obrigação.
A cena era, no mínimo, incomum. 
Uma mulher vestida de noiva, com um carro quebrado no acostamento a entrada da cidade.
Uma mulher desconhecida, vale lembrar que a cidade é pequena e todos se conhecem, seu nome: Kendall Sutton.
Kendall é filha de arqueólogos que mesmo tendo duas filhas, optaram por não criá-las e sim continuarem suas aventuras particulares.
Kendall, a mais velha, viveu um pouco em cada casa de tio e parente que tinha e a mais nova Hannah, hoje com quatorze anos, está num internato.
Em uma de suas fases, Kendall viveu em Yorkshire Falls com sua tia.
Foi uma fase feliz de sua vida. 
No entanto, sua tia adoeceu e ela teve que partir.
Agora voltava a cidade para vender a casa que herdara da tia.
A vestimenta incomum, faz parte de um episódio também incomum.
Kendall deveria se casar essa manhã, mas após se dar conta que não estava agindo por amor, mas sim por conveniência e amizade, desfez seu noivado e partiu, impulsivamente, para a cidade da tia.
Com o carro quebrado, sua sorte mudou, em seu socorro foi o solteiro mais charmoso que ela já conheceu.
Não posso deixar de avisar, que temos notícias do casal fofo do primeiro O solteirão. Charlotte e Ramon circulam pela história e eu adoro isso, saber um pouco mais sobre um casal de livro acabado, sobre o pós.. uiuiui
Então, se você pretende ler a série, comece pelo primeiro ou correrá risco de ter acesso a spoilers.
Lendo o segundo volume da mesma autora, entendo que o que me insatisfez no primeiro livro se manteve no segundo, pois faz parte do estilo da Carly.
Vou me explicar.
O livro é engraçadinho, divertido, gostosinho de ler.
Mas é fraco, a autora peca na sequência das cenas, ela esquece ou ignora o que contou e se contradiz.
Ao mesmo tempo os sentimentos dos personagens é baseado em dados superficiais, não convencendo o leitor.
Não há uma trama que justifique os fatos, as emoções empregadas, os conflitos.
Os acontecimentos são expostos de forma que tudo parece bastante descartável.
O estilo e formato lembra em muito os livros que no Brasil conhecemos como livro de banca.
Não sou preconceituosa.
Leio, eventualmente, livros de banca.
Mas quando me disponho a gastar com um livro de livraria, creio que terei a qualidade, revisão e tradução correspondente ao valor empregado.
Não me interpretem mal, gostei do livro, achei bem divertido.
Ótimo para esquecer a dor dos meus pontos, só acho que ele podia ser muito melhor.

Um comentário:

Babi Lorentz disse...

Huuuum... Entendi o que você quis dizer. Realmente livros de banca não têm a mesma qualidade que aqueles que encontramos em livraria e acabamos esperando demais destes e pouco daqueles.
Por esse ponto que você mostrou, pela autora se contadizer, acho que não tenho vontade de ler o livro, apesar de a história parecer no mínimo interessante.
Beijão, Dê!

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